Terça-feira, Novembro 08, 2005

Silenciados

As vagas de gente confusa. As nuvens e as ruínas na ermida do fogo e do chão fétido. Sem oração nem harmonia, cruzam o gélido hausto de sempre perecer.
Partindo sem mágoa nem lealdade incauta
Ao adquirido futuro.
Vagueiam pela vida deixando fragmentado o protesto.
Caminhando num trilho já realizado por quem nunca visionou a sombra de veludo do nunca querer ascender.
Opressores.
De quem nunca se fez, de quem nunca se quis fazer.
Na morada do herói que nunca se conheceu pela erudição falsa da inverosimilidade da mudança!

Viver mudo numa conversa do sempre ser...